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segunda-feira, outubro 3, 2022
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Painel de Marketing Corporativo do Staage Experience

Gigantes de diferentes setores revelam como transformaram a forma como é feita a comunicação com clientes e como reinventaram a forma de vender usando o marketing digital.

Com a chegada da COVID-19 não é novidade que houve uma mudança drástica no comportamento das pessoas e isso levou as organizações a repensar a maneira como se comunicam, o tipo de conteúdo que geram e a mensagem que transmitem através de suas marcas.

Durante um dos painéis do evento Staage ExperienceMarketing Corporativo, aconteceu um interessante bate-papo entre empresas e setores diferentes e alguns termos se repetiram: informação, comunicação, digital, cuidar, pessoas, colaboradores, clientes e etc.

Estratégia da Rico Investimentos na pandemia

Em meio à pandemia, um fenômeno inédito: mais de 900 mil brasileiros decidiram se aventurar no mercado de investimentos. Corretoras de investimentos estão surfando essa onda. Com a intenção de oferecer uma experiência cada vez mais intuitiva e tecnológica a seus clientes, a Rico Investimentos, corretora digital que faz parte do grupo XP Inc., passou por uma grande transformação em suas estratégias de marketing digital.

Reconhecida por descomplicar o universo dos investimentos, a Rico é uma referência em conteúdos simples e descomplicados que ajudam investidores de todos os níveis. Apenas no YouTube da Rico, já são mais de 600 mil inscritos, número que faz dele o maior canal entre todas as corretoras de investimentos do país. Ou seja, quando o assunto é conteúdo, a Rico, de fato, é destaque. 

A Rico trabalha com conteúdo há muito tempo, é uma fortaleza da marca. Mas, quando veio o momento de crise financeira, onde os ativos estavam caindo e as pessoas preocupadas, a gente sabia que o nosso talento era: já trabalhamos digital há algum tempo e praticamos o home office há algum tempo, estamos numa posição de vantagem para produzir mais conteúdo e conseguir se conectar ainda mais com as pessoas.” explica Laio Santos, Head da Rico Investimentos. Ele complementa com o objetivo da Rico: “Então, nosso objetivo como marca é entregar para as pessoas essa tranquilidade e serenidade para tomar a melhor decisão. A gente tinha que ser protagonista daquele momento”.

Porém, não só durante a pandemia, com a evolução da tecnologia e, principalmente, o avanço da internet, as empresas precisam inovar constantemente em suas estratégias para se manter competitivas no mercado. Esse fato é defendido por ninguém menos que Philip Kotler, um dos maiores e mais respeitados estudiosos da área.

Kotler defende ainda que, no novo marketing — o Marketing 3.0, como ele gosta de denominar —, é preciso conquistar não somente a mente e o coração do público, mas criar uma relação mais próxima, de confiança. O objetivo é gerar empatia e fazer com que a empresa se diferencie dos concorrentes.

Como vender sem mostrar o rosto?

Outro tema abordado durante a live foi como vender na internet sem mostrar o rosto nas redes sociais. Fazer marketing digital sem colocar sua “cara” numa câmera parece algo impossível à primeira vista. Afinal, quase todos os perfis com seguidores engajados e que atraem potenciais clientes, têm um rosto, a personalidade e até um pouco da vida pessoal do profissional exposto em redes sociais.

Mas será que esse é o único modo de usar a internet para ter mais clientes? Não. E Fernando Miranda, CMO da InfoMoney provou isso. 

Durante o bate-papo com Tiago Nigro, Fernando disse: “a gente foca na transformação que vamos causar na vida das pessoas”. 

A InfoMoney fatura mais de 200 milhões de reais com infoproduto e ela não possui um rosto nas mídias sociais. Com isso, é claro que, se analisarmos do ponto de vista da psicologia humana, pessoas se interessam e se identificam com outras pessoas e não letras ou imagens. Porém, ter um perfil sem rosto não significa sem personalidade. Pelo contrário, se a espontaneidade necessária para expor ideias em redes sociais não fizer parte característica do profissional em questão, a interação torna-se forçada. Dessa forma, o resultado pode ser inverso ao esperado. 

Gerar conteúdo não necessariamente significa ter um perfil no Instagram com stories ativos, um canal no YouTube ou qualquer tipo de rede social que tenha a imagem do profissional em destaque. Aliás, mesmo essas redes, com as estratégias certas, podem ser englobadas no planejamento de quem não deseja aparecer. O CMO da InfoMoney explica: “o foco deixa de ser nas pessoas, para ser na transformação”.

Os pilares e a base do marketing

Um dos teóricos mais renomados da área, o norte-americano Philip Kotler, diz que: “Marketing é a ciência e arte de explorar, criar e proporcionar valor para satisfazer necessidades de um público-alvo com rendibilidade.”

Kotler explica em seus livros que o marketing já passou por diferentes fases. Isso acontece porque a atividade acompanha a evolução do mercado, da sociedade, da tecnologia e, principalmente, do comportamento do consumidor, com quem deve criar uma conexão.

Atualmente, vivemos a quarta fase, chamada de Marketing 5.0. Portanto, já passamos pelo Marketing 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0.

Porém, não pense que um estágio vem para substituir o outro. Ainda existem empresas vivendo nas fases anteriores, porque não reagiram às mudanças ou não criaram uma base sólida do marketing para construir algo consistente, ou seja, ainda estão buscando fórmulas rápidas para alcançar o sucesso.

Mas, o pai do marketing deixa claro que saber se adaptar a cada momento gera muito mais chances de sucesso no mercado. Esse foi o aprendizado da Rico Investimentos, da Nuvemshop, Infomoney e Microsoft, que estavam presentes no painel de Marketing Corporativo do evento de lançamento da Staage.

Hoje a Microsoft fatura mais de 10 trilhões de reais

Uma estratégia que Luciana Lancerotti, CMO da Microsoft, tem adotado para que a companhia sustente uma visão acurada da sua presença digital é trazer para dentro de casa o trabalho de mídias digitais. “Dentro das contas temos diferentes tipos de perfil de clientes, podendo ser uma pessoa muito técnica, passando por um CMO ou um gerente de RH”. Ela complementa com a grande estratégia de marketing, “olhar o que essa audiência quer”.

Modern Marketing

Luciana ainda comenta sobre Modern Marketing, uma das estratégias de marketing da Microsoft, a de tomar decisões baseadas em dados. “Modern Marketing é gerar conteúdos interessantes na plataforma que o usuário gosta de ver para gerar insights para o time de vendas”, e ela conclui: “tudo o que eu fizer, tem que virar insigths e engajamento”

O crescimento do e-commerce em 2020

A Nuvemshop, plataforma de e-commerce que atua na América Latina, alcançou a marca de 90 mil lojas ativas. Um crescimento de 180% desde o mês de março, quando atendia 25 mil contas. Em 2020, a Nuvemshop já projetava um crescimento significativo no setor. Com o período de pandemia, esse movimento foi acelerado. 

A gente se preparou pelo trabalho que a gente fez ao longo desses 10 anos, porque quando chegou a pandemia as pessoas queriam ter seu e-commerce. A gente tinha tudo pronto para ser self-service, com total autonomia, sem depender da gente e ser super acessível para todo mundo. Então, se não tivéssemos investido num produto, na nossa marca, no nosso atendimento, não teríamos conseguido surfar a onda durante a pandemia”, conta Alejandro Vázquez – Co-founder e CCO da Nuvemshop.

10 milhões de novos compradores pela internet no Brasil no último ano

Com as lojas físicas fechadas por conta da COVID-19, muitas pessoas recorreram às compras online e, com isso, o e-commerce brasileiro registrou um crescimento de 41% no primeiro semestre, sua maior alta em 20 anos.

Além de ter crescido 41%, o e-commerce ganhou novos 10 milhões de consumidores no ano passado. Com isso, o total de clientes acostumados com compras online saltou 29% em relação a 2019. Isso significa que no Brasil, a cada 10 consumidores digitais, 2 compraram pela primeira vez na internet.

Ou seja, 2020 foi o ano em que os consumidores realmente mergulharam no universo digital. Alejandro Vázquez conclui com a estratégia da Nuvemshop que vem dando certo: “Continuar simplificando para que qualquer empreendedor possa ter sua loja na internet”.

Marketing Tradicional x Marketing Digital

Se, antigamente, as informações acerca da empresa eram restritas apenas aos seus comerciais e suas propagandas, hoje em dia, elas estão acessíveis a qualquer momento pela internet. 

No entanto, a comunicação unilateral, por meio da qual as marcas falavam e o público apenas ouvia, não funciona mais.

Segundo Kotler, no seu livro Marketing 3.0, no novo marketing, os consumidores estão mais inteligentes e bem informados. Por isso, antes de comprar qualquer produto, eles farão pesquisas e pedirão a opinião de outras pessoas, além de comparar com a concorrência.

Portanto, use a base do marketing tradicional e entenda como lidar com esse novo perfil de público com o marketing digital. Assim, você conseguirá elaborar estratégias pertinentes ao cenário atual.

Se uma empresa deseja sobreviver e se manter no mercado, ela precisa entregar algo inovador para seu público. Ou seja, você não só precisa encontrar seu diferencial, mas também saber destacá-lo. Isso é Staage. É isso que você vai aprender a fazer ao assinar a primeira e única plataforma a acessar os bastidores dos processos de marketing digital.

Se você quiser assistir o painel de Marketing Corporativo na íntegra, não se preocupe, a live está salva e você pode ver tudo o que rolou. Clique no link abaixo e vá direto para o painel. 

Momento exato do painel na live: 1:36:47 á 2:09:39.

Conheça a Staage!

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