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domingo, agosto 14, 2022
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Como a marca bilionária Supreme construiu um império baseado no gatilho mental da escassez?

Lançada em 1994, numa modesta loja de roupas de skate na Lafayette Street, no centro de Manhattan, em Nova York, em 2017, a Supreme se tornou uma marca de um bilhão de dólares e usou o gatilho mental da escassez para isso.

James Jebbia é o nome por trás do império Supreme. Um americano descolado que cresceu na Inglaterra e nunca andou de skate. Sua experiência vem do trabalho em lojas especializadas nesse segmento, conhecimento esse que ele acabou usando para fundar sua própria marca. 

Hoje, a Supreme se estabeleceu como uma das marcas e logotipos de streetwear mais populares do mundo.

A história por trás do sucesso

O que começou como uma simples loja de skate, hoje é um império global bilionário – que conta com apenas 12 lojas físicas espalhadas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia. Porém, cerca de 60% das suas vendas acontecem online. Essa presença forte no digital deu não só resistência para a marca aguentar 2020 durante a pandemia, como também fez com que ela mantivesse um crescimento elevado.

Para ganhar seguidores e fãs no mundo todo, a Supreme usa a mesma fórmula de toda marca millennial: sem fazer anúncios tradicionais, nem participar de desfiles, ou seja, apenas investindo no boca a boca das redes sociais e apelando a adolescentes e adultos nostálgicos de uma juventude skatista. 

Os fãs enlouquecem sempre que estreia uma coleção nova. Filas gigantescas se formam nas portas das lojas e, às vezes, é preciso esperar horas para chegar a vez de comprar, sendo que alguns artigos vendem em segundos.

loja supreme gatilho mental

Marcas como Nike, Vans, North Face e a grife japonesa Comme des Garçons já assinaram coleções exclusivas com a Supreme. A parceria mais barulhenta foi com a LVMH: uma série de produtos estampados com o monograma da Louis Vuitton em branco sobre um fundo vermelho berrante – as cores características da Supreme.

No ano passado, a VF Corporation, dona da The North Face, Timberland e Vans, comprou a Supreme por US $ 2,1 bilhões. 

roupas supreme gatilho mental

Mas, de onde surgiu tamanha devoção? 

Collabs e influenciadores da Supreme

Influenciadores supreme gatilho mental

Ao longo do caminho, a credibilidade da Supreme no mundo da moda foi reforçada por colaborações de alto nível com nomes como Louis Vuitton, Comme des Garçons, Undercover, Levi’s, Nike e Vans. No universo das artes plásticas, já criou em conjunto com Damien Hirst, Takashi Murakami e Richard Prince. 

Sem dúvidas, esse foi um ingrediente importantíssimo para todo esse sucesso.

Além disso, dezenas de celebridades são capturadas vestindo a camiseta com o logotipo da marca como Lady Gaga, Kanye West, Drake e Kate Moss.

A identidade visual é um elemento crucial

Obviamente, o icônico logotipo da Supreme está certamente vinculado a grande parte do sucesso que a empresa obteve.

A identidade visual vermelha e branca é inspirada no trabalho da artista plástica Barbara Kruger.

Embora mantenha até hoje sua identidade de marca de skate, a Supreme virou mainstream e, por meio de parcerias certeiras que aumentaram o hype em torno do seu logo icônico, viu seu valor de mercado subir como um foguete. 

O famoso gatilho mental da escassez

O gatilho mantal da escassez. Esse, com certeza, é um dos motivos de tanto hype.

A Supreme tem uma cultura de lançamentos com produtos limitados. Cada linha de produtos são conhecidas por se esgotarem em tempos recordes, e os preços aumentam de acordo com a exclusividade da peça, subindo para números consideráveis de mil dólares ou mais. 

Todas as  quintas-feiras, às 11h00, a marca lança uma coleção limitada. Cada camiseta, moletom, boné, skate é lançado para vendas exclusivas. Com esta oferta limitada, a demanda aumenta. Isso acontece porque as pessoas querem o que a maioria não tem e aceitam pagar por isso. 

Ainda mais impressionante é que, quando a mercadoria acaba, é raramente vendida pela Supreme novamente. Isso cria um nível elevado de desejo, pois os clientes sabem que, se não conseguirem comprar, nunca mais a verão em uma loja Supreme ou em seu site.

Isso não significa que se você abrir um negócio hoje e focar no gatilho mental da escassez construirá um império bilionário. Significa que se você tiver o controle do seu branding poderá alcançar objetivos surpreendentes. 

4 lições do case da Supreme para o seu negócio

  1. Limite intencionalmente a quantidade e crie exclusividade para cada produto que você vende.
  2. Combine o design da sua página inicial com a imagem da sua marca.
  3. Obtenha colaborações com celebridades. 
  4. Use essas duas regras de marketing de juntas: escassez e consistência.

Você tira mais alguma lição deste caso de sucesso bilionário? Compartilha aqui nos comentários.

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